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Trechos para TV

Diretor de Pelotização comenta sobre a Usina 8

15/8/2014 - 2'49"
Maurício Max explica as vantagens da nova usina de pelotização construída no Complexo de Tubarão, em Vitória (ES)

Áudios

  • 05/08/2014

    Passageiros conhecem novo trem da Estrada de Ferro Vitória a Minas - Idalina Moreira

     
  • 05/08/2014

    Passageiros conhecem novo trem da Estrada de Ferro Vitória a Minas - Humberto Soares

     
  • 05/08/2014

    Passageiros conhecem novo trem da Estrada de Ferro Vitória a Minas - Clênio Viegas

     
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Conteúdos para Rádios

Passageiros conhecem novo trem da Estrada de Ferro Vitória a Minas - Idalina Moreira

05/08/2014 - 1'35"
A professora Idalina Moreira mora em Barão de Cocais e faz aulas de francês em Belo Horizonte. Ela usa o Trem de Passageiros da EFVM para se deslocar porque é mais seguro e não atrasa. Ouça o que ela diz sobre o novo trem.

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Conteúdos para Rádios

Passageiros conhecem novo trem da Estrada de Ferro Vitória a Minas - Humberto Soares

05/08/2014 - 1'38"
O funcionário público cearense, apaixonado por ferrovias, saiu de Fortaleza apenas para conhecer o Trem de Passageiros da EFVM. Ouça o depoimento dele sobre o novo trem.

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Conteúdos para Rádios

Passageiros conhecem novo trem da Estrada de Ferro Vitória a Minas - Clênio Viegas

05/08/2014 - 1'36"
O operário Clênio Viegas, 25 anos, vive em Barão de Cocais e usa o Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas para visitar a namorada, que vive em Belo Horizonte. Ouça o depoimento dele sobre o novo trem.

Fotos

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Matérias veiculadas em TV

Parque Botânico Vale em Vitória

30/09/2014
Área do parque fotografada para exposição de imagens feitas pelo Instituto Últimos Refúgios
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Matérias veiculadas em TV

Parque Botânico Vale em Vitória

30/09/2014
Casaca-de-couro-da-lama fotografada para exposição de imagens feitas no parque pelo Instituto Últimos Refúgios
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Parque Botânico Vale em Vitória

30/09/2014
Filhotes de jacaré-de-papo-amarelo fotografados para exposição de imagens feitas no parque pelo Instituto Últimos Refúgios
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Parque Botânico Vale em Vitória

30/09/2014
Biguatinga fotografada para exposição de imagens feitas no parque pelo Instituto Últimos Refúgios
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Matérias veiculadas em TV

Centro de Materiais Descartáveis, no Complexo de Tubarão, em Vitória

01/09/2014
na foto, dormentes de ferrovia que serão reaproveitados

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Serviço ao Jornalista


Em 2014, pelo 4° ano seguido, a Vale foi eleita pelos jornalistas na categoria Mineração.
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Mineração

Empresa continua rentável mesmo diante da queda no preço do minério

Agência Estado - 26/9/2014 16:23:00
Mônica Ciarelli / Mariana Durão

A queda livre do preço do minério de ferro não tira o poder de fogo da Vale, garante o diretor executivo de Ferrosos e Estratégia da companhia, José Carlos Martins. Em entrevista exclusiva ao Broadcast, o executivo se mostra mais otimista do que o mercado em relação aos rumos da economia chinesa e ressalta que a empresa continua muito rentável. "Se tiver que apagar a luz a Vale vai ser a última", afirmou ao Broadcast.

O executivo, porém, não se arrisca a cravar um patamar para a cotação do minério. "Fazer previsão de preço faz mal à saúde. Ninguém tem bola de cristal", brinca.

Martins admite que os produtores de minério chineses "que ficaram pelados com a maré baixa de preços" têm mostrado uma resistência maior do que a esperada para fechar suas portas. "No momento estão se agachando para não ficarem expostos. É muito difícil estabelecer um prazo", diz. Mesmo assim, Martins ainda vê espaço para uma recuperação até o fim do ano.

A queda livre do preço do minério tem preocupado?
O pessoal aí fora está mais preocupado do que nós. Eu acho que realmente o preço caiu, mas ele continua muito bom. Esse preço é extremamente rentável para nós.

Mesmo a menos de US$ 80 por tonelada? Quando ele deixa de ser rentável?
Vai ter que cair muito. Tem muitas empresas que já estão deixando de funcionar. Sabe aquela história que o último a sair apaga a luz? Se tiver que apagar a luz a Vale vai ser a última. Eu entrei na Vale em 2004, o preço do minério era US$ 20 (por tonelada) e a Vale ganhava dinheiro porque o custo era US$ 5 a US$ 6 . Hoje, o custo é mais de US$ 20 e o preço é US$ 80. Então, a situação é melhor do que em 2004, 2005, 2006, 2007. Eu diria que a situação hoje é equivalente a 2008, quando a gente estava no boom da economia mundial (antes da crise financeira do "subprime").

O Sr. espera que o preço se estabilize em qual patamar?
Fazer previsão de preço faz mal à saúde, ninguém tem bola de cristal. Eu lembro que fiz uma previsão para esse ano em torno de US$ 110 (por tonelada) e em nosso planejamento econômico, vínhamos trabalhando com preço entre US$ 110 e US$115. A expectativa era de um excesso de oferta de 50 milhões de toneladas (de minério de ferro no mundo). Só que esse excesso de oferta foi de 100 milhões de toneladas. Então, o preço tem que recuar um pouco mais.

Como o Sr. enxerga a economia da China? A China está indo bem. Qual é o problema da China? O país continua crescendo, com um "pibinho" de 7% ao ano, a renda continua subindo. Não tem problema na China. O problema está na Europa, nos Estados Unidos. A China vai muito bem. O preço do minério não é mais US$ 180 como já foi, que era uma maravilha. Mas, ainda é muito bom. Tem muita gente que não vai conseguir trabalhar nesses níveis de preço. A Vale não se encontra entre eles.

O Sr. minimiza as preocupações com a China, mas há uma desaceleração.... Será que as pessoas é que não estão maximizando demais essa ameaça? A China é um País economicamente sólido, que tem um índice de urbanização de apenas 50% e que quer urbanizar 80%. Já imaginou a quantidade de aço que você precisa para urbanizar 400 milhões de pessoas? O que está acontecendo é que a velocidade diminuiu. O cara estava correndo, agora tá andando. Mas a direção é a mesma.

O presidente da Vale, Murilo Ferreira, falou em US$ 95 para o preço do minério até o fim do ano. O que traz essa perspectiva de recuperação?
Você conhece aquele ditado que diz que quando a maré baixa é que você vem quem está nadando pelado? Imagine que o preço é a maré e está caindo, então a maré está baixando. Aí você tem um monte de produtores de minério lá. Muitos estão pelados e vão ter que sair correndo. No momento eles estão se agachando para não ficarem expostos. É muito difícil estabelecer um prazo. Eu compartilho da opinião dele (Murilo). Acho que esse preço desceu muito e tem um espaço para uma pequena recuperação.

Tem algum dado que mostre que os produtores menos competitivos estão fechando as portas?
A China importa minério do mundo todo. Já se verificou que, pelo menos, 50 milhões de toneladas de fornecimento que vinham de mercados fora do eixo Brasil/Austrália (principais produtores globais de minério) já saíram do mercado. O que está surpreendendo é a resistência dos produtores chineses. Temos que reconhecer: os produtores de custos mais altos, principalmente na China, estão resistindo mais do que esperávamos.

O que a Vale está fazendo para reduzir custo de produção nesse cenário complicado? Não sei por que vocês veem o cenário complicado. Quando eu vim para essa companhia o preço do minério era US$ 20 e a Vale ganhava dinheiro. E não ganhava pouco. Aí, o preço chegou a US$ 180, ela ganhou muito dinheiro. Agora tá em US$ 80, na média deste ano em US$ 105. Continua muito rentável para a companhia, tanto é que a gente não para os projetos. Não para porque eles dão dinheiro mesmo a esse nível de preço. (A cotação de US$ 180) não era sustentável.

Como estão os estoques de minério nos portos da China? Os estoques nos portos estão altos, em 100 milhões de toneladas. Um país que importa 1 bilhão de toneladas de minério por ano precisa ter um giro de minério no estoque, algo em torno de 50 milhões a 70 milhões de toneladas. Diria que tem um volume excedente de uns 20 milhões a 30 milhões de toneladas no estoque. O resto é o giro natural do negócio.

O sr. esteve na China há pouco tempo. A movimentação indica queda dos estoques?
Historicamente na China o segundo semestre é mais forte. Normalmente as usinas (siderúrgicas) se estocam um pouco mais perto do inverno. Mas isso já deveria estar acontecendo e não está. Pode ser que daqui a pouco apareça, mas não está acontecendo como a gente esperava.

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Recursos Humanos

Estágio em 2015: temporada aberta

O Globo - 28/9/2014


Está aberta a temporada de seleção de recém-formados, universitários e estudantes de ensino médio e técnico para os programas de estágio e trainee 2015 de grandes companhias brasileiras e multinacionais.Na Vale, são 518 oportunidades para estudantes de ensino superior e técnico, 43 delas no Rio.

Clique na imagen abaixo para ler a matéria completa.

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Mineração

Empresa continua rentável mesmo diante da queda no preço do minério

Agência Estado - 26/9/2014
Mônica Ciarelli / Mariana Durão

A queda livre do preço do minério de ferro não tira o poder de fogo da Vale, garante o diretor executivo de Ferrosos e Estratégia da companhia, José Carlos Martins. Em entrevista exclusiva ao Broadcast, o executivo se mostra mais otimista do que o mercado em relação aos rumos da economia chinesa e ressalta que a empresa continua muito rentável. "Se tiver que apagar a luz a Vale vai ser a última", afirmou ao Broadcast.

O executivo, porém, não se arrisca a cravar um patamar para a cotação do minério. "Fazer previsão de preço faz mal à saúde. Ninguém tem bola de cristal", brinca.

Martins admite que os produtores de minério chineses "que ficaram pelados com a maré baixa de preços" têm mostrado uma resistência maior do que a esperada para fechar suas portas. "No momento estão se agachando para não ficarem expostos. É muito difícil estabelecer um prazo", diz. Mesmo assim, Martins ainda vê espaço para uma recuperação até o fim do ano.

A queda livre do preço do minério tem preocupado?
O pessoal aí fora está mais preocupado do que nós. Eu acho que realmente o preço caiu, mas ele continua muito bom. Esse preço é extremamente rentável para nós.

Mesmo a menos de US$ 80 por tonelada? Quando ele deixa de ser rentável?
Vai ter que cair muito. Tem muitas empresas que já estão deixando de funcionar. Sabe aquela história que o último a sair apaga a luz? Se tiver que apagar a luz a Vale vai ser a última. Eu entrei na Vale em 2004, o preço do minério era US$ 20 (por tonelada) e a Vale ganhava dinheiro porque o custo era US$ 5 a US$ 6 . Hoje, o custo é mais de US$ 20 e o preço é US$ 80. Então, a situação é melhor do que em 2004, 2005, 2006, 2007. Eu diria que a situação hoje é equivalente a 2008, quando a gente estava no boom da economia mundial (antes da crise financeira do "subprime").

O Sr. espera que o preço se estabilize em qual patamar?
Fazer previsão de preço faz mal à saúde, ninguém tem bola de cristal. Eu lembro que fiz uma previsão para esse ano em torno de US$ 110 (por tonelada) e em nosso planejamento econômico, vínhamos trabalhando com preço entre US$ 110 e US$115. A expectativa era de um excesso de oferta de 50 milhões de toneladas (de minério de ferro no mundo). Só que esse excesso de oferta foi de 100 milhões de toneladas. Então, o preço tem que recuar um pouco mais.

Como o Sr. enxerga a economia da China? A China está indo bem. Qual é o problema da China? O país continua crescendo, com um "pibinho" de 7% ao ano, a renda continua subindo. Não tem problema na China. O problema está na Europa, nos Estados Unidos. A China vai muito bem. O preço do minério não é mais US$ 180 como já foi, que era uma maravilha. Mas, ainda é muito bom. Tem muita gente que não vai conseguir trabalhar nesses níveis de preço. A Vale não se encontra entre eles.

O Sr. minimiza as preocupações com a China, mas há uma desaceleração.... Será que as pessoas é que não estão maximizando demais essa ameaça? A China é um País economicamente sólido, que tem um índice de urbanização de apenas 50% e que quer urbanizar 80%. Já imaginou a quantidade de aço que você precisa para urbanizar 400 milhões de pessoas? O que está acontecendo é que a velocidade diminuiu. O cara estava correndo, agora tá andando. Mas a direção é a mesma.

O presidente da Vale, Murilo Ferreira, falou em US$ 95 para o preço do minério até o fim do ano. O que traz essa perspectiva de recuperação?
Você conhece aquele ditado que diz que quando a maré baixa é que você vem quem está nadando pelado? Imagine que o preço é a maré e está caindo, então a maré está baixando. Aí você tem um monte de produtores de minério lá. Muitos estão pelados e vão ter que sair correndo. No momento eles estão se agachando para não ficarem expostos. É muito difícil estabelecer um prazo. Eu compartilho da opinião dele (Murilo). Acho que esse preço desceu muito e tem um espaço para uma pequena recuperação.

Tem algum dado que mostre que os produtores menos competitivos estão fechando as portas?
A China importa minério do mundo todo. Já se verificou que, pelo menos, 50 milhões de toneladas de fornecimento que vinham de mercados fora do eixo Brasil/Austrália (principais produtores globais de minério) já saíram do mercado. O que está surpreendendo é a resistência dos produtores chineses. Temos que reconhecer: os produtores de custos mais altos, principalmente na China, estão resistindo mais do que esperávamos.

O que a Vale está fazendo para reduzir custo de produção nesse cenário complicado? Não sei por que vocês veem o cenário complicado. Quando eu vim para essa companhia o preço do minério era US$ 20 e a Vale ganhava dinheiro. E não ganhava pouco. Aí, o preço chegou a US$ 180, ela ganhou muito dinheiro. Agora tá em US$ 80, na média deste ano em US$ 105. Continua muito rentável para a companhia, tanto é que a gente não para os projetos. Não para porque eles dão dinheiro mesmo a esse nível de preço. (A cotação de US$ 180) não era sustentável.

Como estão os estoques de minério nos portos da China? Os estoques nos portos estão altos, em 100 milhões de toneladas. Um país que importa 1 bilhão de toneladas de minério por ano precisa ter um giro de minério no estoque, algo em torno de 50 milhões a 70 milhões de toneladas. Diria que tem um volume excedente de uns 20 milhões a 30 milhões de toneladas no estoque. O resto é o giro natural do negócio.

O sr. esteve na China há pouco tempo. A movimentação indica queda dos estoques?
Historicamente na China o segundo semestre é mais forte. Normalmente as usinas (siderúrgicas) se estocam um pouco mais perto do inverno. Mas isso já deveria estar acontecendo e não está. Pode ser que daqui a pouco apareça, mas não está acontecendo como a gente esperava.

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Corporativo

Conhecimento é requisito para informação precisa

Valor Econômico - 26/9/2014


Com caneta na mão, o diretor de finanças de Furnas, Nilmar Sisto Foletto, calcula: das 44 mil horas de treinamento cumpridas no ano passado pelo corpo de funcionários, 20% estão vinculados a profissionais envolvidos direta ou indiretamente com as informações financeiras que servirão de base para as demonstrações contábeis.

(...)

Para 2015, a meta de Furnas é migrar para o novo formato e produzir o Relatório Integrado, documento único que agregará as informações sócio-ambientais. "Essa é a nossa expectativa", diz. A Marcopolo trabalha com a perspectiva de elaborar o documento que concilia as informações do relatório de administração e de sustentabilidade em breve. Como a complexidade do trabalho aumentará, não há dúvidas de que, cada vez mais, o contador terá que ser um profissional conectado com as diversas áreas da empresa. De acordo com o diretor de controladoria da Vale, Marcus Severini, é impossível entender a realidade de uma empresa sem ter a capacidade de construir a lógica do negócio ou de uma determinada transação.

Clique nas imagens abaixo para ler a matéria completa.

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Logística

Vale: Companhia fará primeira exportação por terminal na Malásia em setembro

Agência CMA - 9/9/2014

O terminal marítimo da Vale, Teluk Rubiah, localizado na Malásia, realizará o primeiro embarque para exportação para o mercado asiático ainda neste mês

O terminal, que abriga um centro de distribuição, carregará 176 mil toneladas de minério de ferro no navio Ore Pantanal com destino a clientes da Vale no Sudeste Asiático. O volume faz parte do processo de comissionamento e estava já estocado no local. Com o embarque, a Vale inicia a fase de operações do terminal, no final deste mês.

Em plena capacidade, a primeira fase do terminal deverá movimentar 30 milhões de toneladas de minério de ferro por ano estreitando a distância da Vale de seus clientes na Ásia, com otimização logística.