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Fertilizantes

Vale desmobilizará equipes dia 28 para aguardar soluções sobre projeto de carnalita em Sergipe

Agência Estado - 19/2/2014 10:59:00
Anne Warth

Brasília, 19/02/2014 - O presidente da Vale, Murilo Ferreira, disse há pouco que a companhia vai desmobilizar suas equipes em Sergipe no dia 28 de fevereiro e aguardar uma solução a respeito da disputa entre os municípios de Capela e Japaratuba sobre o projeto de carnalita. A localização do investimento, estimado em US$ 1,8 bilhão, é alvo de uma briga entre os municípios devido à arrecadação de ICMS que o projeto deve render.

“Estou desmobilizando a equipe toda no dia 28 de fevereiro para que possamos aguardar uma solução”, afirmou o executivo, que participa de audiência pública nas comissões de Desenvolvimento Regional e Turismo e de Meio Ambiente do Senado. “A Vale não fará nenhum movimento que seja prejudicial ao Estado de Sergipe. Não tendo uma solução política, daremos mandato a um banco e vamos vender o projeto, seus direitos e a tecnologia.”

Ferreira disse que a Vale não vai criar nenhum “obstáculo” ao povo de Sergipe. “Se não for possível um acordo entre os municípios, estamos dispostos a ceder a tecnologia”, afirmou. “Não queremos de forma nenhuma criar qualquer empecilho.”

O executivo afirmou ainda que a Vale acabou de sair de uma “encrenca bilionária” com o governo federal envolvendo o Refis, programa de parcelamento de débitos fiscais, e não tem vontade de "entrar em outra”.

“Estamos dispostos a acordos que sejam viáveis, mas gostaria que isso fosse sancionado pelo poder legislativo das duas cidades. O que não posso é impor aos acionistas desassossego e aflição em relação a um problema fiscal”, acrescentou Ferreira.

A Vale pretende extrair 1,2 milhão de toneladas anuais de carnalita, rocha essencial para a fabricação do potássio utilizado em fertilizantes, cuja importação supera 90% da demanda nacional. A maioria das minas ficam em Capela, mas a fábrica ficará em Japaratuba, em uma região próxima à divisa. O local foi escolhido, segundo a empresa, por ser o mais adequado em termos de impacto ambiental e condições logísticas favoráveis.

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Corporativo

Vale/Martins: Produção de aço por redução direta dos EUA pode atingir até 20 mi de T em dez anos

Agência Estado - 17/2/2014 20:07:00
Mariana Durão e Vinicius Neder

Os Estados Unidos têm potencial para atingir uma capacidade de produção de 15 milhões a 20 milhões de toneladas de ferro pré-reduzido anuais por meio do processo de redução direta nos próximos dez anos, a partir do shale gas (gás de xisto), estima o diretor de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins.

"Os Estados Unidos são um mercado que tem bom potencial devido à possibilidade de uso do shale gas. Mas não é um movimento de curto prazo. É preciso investir em unidades de redução direta. A capacidade de produção de aço nos EUA hoje é a forno elétrico a sucata ou alto-forno a minério", disse.

O executivo estima que a mudança da matriz de produção para redução direta leve de cinco a dez anos para acontecer. Nesse processo, de fabricação de aço as usinas usam as pelotas de ferro e o gás como combustível. Já o modelo convencional utiliza carvão e minério de ferro bruto.

O executivo estima que nos próximos dez anos a produção desse item - que substituiu a sucata e o gusa - nos Estados Unidos possa sair do zero para 15 milhões a 20 milhões de toneladas anuais.

"É um mercado adicional. A Samarco (controlada da Vale) já está fornecendo", disse, em referência ao contrato de fornecimento de pelotas de ferro para a siderúrgica americana Nucor. O contrato foi o primeiro passo para o avanço da Vale no mercado de pelotas americano, que pode ser um bom substituto para usinas europeias em crise.

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Corporativo

Vale/Martins: Cabe ao governo chinês decidir questão do Valemax

Agência Estado - 17/2/2014 20:03:00
Mariana Durão e Vinicius Neder

O fim das restrições à entrada dos navios cargueiros Valemax na China é uma questão que cabe ao governo chinês resolver, disse há pouco o diretor executivo de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins, ao ser indagado se o governo brasileiro iria intervir no problema. "Cabe ao governo chinês decidir se os navios entram lá ou não. Estamos deixando a solução inteiramente com o governo da China. É uma prerrogativa deles, já que é um país soberano", disse.

O executivo frisou que a Vale considera o episódio como uma restrição técnica, ligada a limitações dos portos chineses, e não comercial. Além disso, avalia que as novas regras que entrarão em vigor para portos na China em julho - limitando a capacidade máxima para os navios atracados a 250 mil toneladas - não mudam nada para a Vale, cujos navios com capacidade superior já estavam proibidos de atracar no país.

A Vale tem usado alternativas como fazer o transbordo dos navios em países próximos. Com isso, a mineradora consegue reduzir em parte a diferença de US$ 10 no custo de frete em relação às mineradoras australianas, que ficam muito mais perto do destino final de desembarque do minério. Com os Valemax atracando na China, a empresa conseguiria reduzir essa diferença em US$ 7; com o transbordo essa redução cai para algo entre US$ 4 e US$ 5.

Portos

Martins descartou que a Vale tenha interesse em comprar capacidade ou participação no Porto do Sudeste, cujo controle foi vendido pela MMX recentemente à trading Trafigura e ao fundo soberano Mubadala. "Estamos modernizando (o terminal) Guaíba. A Vale não precisa de portos de terceiros", disse.

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Corporativo

Martins/Vale: China continuará a crescer rumo ao posto de maior economia global

Agência Estado - 17/2/2014
Mariana Durão e Vinicius Neder

A China caminha para ser a principal economia do mundo e é importante que haja maior engajamento político dos governantes para criar uma agenda entre o país asiático e o Brasil. A análise foi feita pelo diretor executivo de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins, durante seminário promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China, no Rio de Janeiro.

O executivo acredita que essa agenda deve ser criada com sentido de urgência e extrapolar os interesses comerciais. "Sou daqueles que acreditam que China não vai parar", disse Martins.

Na avaliação do diretor da mineradora - que tem na China seu principal mercado - há uma enorme complementariedade entre as economias brasileira e chinesa, mas também pontos de incompreensão mútua. O Brasil pode perder uma "chance de ouro de mudar seu status como nação" se não for capaz de se preparar para a nova era global movida pela China.

"A China vai continuar crescendo, se não for a 7% ao ano será a 6%, se não for a 6% será a 5%. Mas provavelmente será acima disso", afirmou Martins.

Já o diretor de Infraestrutura e Insumos Básicos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Roberto Zurli, destacou o peso da China nos investimentos estrangeiros diretos (IED) no Brasil.

Há uma postura forte das empresas chinesas em investimentos no Brasil, especialmente em energia", disse Zurli, também na mesa de abertura do seminário. Segundo o diretor do BNDES, os investimentos chineses se destacam em geração e transmissão de eletricidade e no setor de petróleo e gás.

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Cultura

Memória Digital

Valor Econômico - 14/2/2014


Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Nei Lopes, joão Bosco e Chico César estão entre os convidados para compor letras para músicas inéditas deixadas por Paulo Moura, morto em 2010. O repertório será reunido no disco "Baú do Moura", sob a produção musical de Martinho da Vila. Essa é uma das inciiativas organizadas pela viúva do compositor, Halina Grynberg, que lança neste mês o Instituto Paulo Moura. Sua sede será digital e nela estarão disponíveis mais de 11 mil itens, entre documentos, áudios, vídeos e manuscritos. "Não vejo como manter um espaço de exposição permanente, que se inviabilizaria à espera de patrocínios", diz.

Legado vivo
Com o patrocínio da Vale, o instituto promoverá, em março e abril, uma série de shows e oficinas no Rio e em São Paulo dentro do projeto Ensaiando Paulo Moura. Halina quer lançar um concurso para que músicos proponham palestras, shows ou abordagens baseadas no legado do músico. "A ideia é estimular o surgimento de intervenções interpretativas a partir do acervo do instituto."

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Corporativo

Todos por uma meta

Revista Exame - 13/2/2014


Quando assumiu a presidência da Vale, em maio de 2011, Murilo Ferreira colocou como objetivo transformar a mineradora na mais eficiente e segura do mundo. Já no primeiro encontro com a diretoria, na posse, disse o nome, a idade, o estado civil e o número de filhos de cada um dos cinco funcionários que tinham morrido poucos meses antes. Desde então, o número de acidentes com lesão diminuiu 28%, e o de afastamentos, 22%. O número de mortes caiu pela metade. Para atingir o resultado, a empresa foi além das apostilas e das palestras. Aliou indicadores de segurança às metas dos funcionários e incorporou treinamentos práticos, que incluem o depoimento das famílias das vítimas. "Todo mundo tem de estar envolvido.", diz Ferreira. Segunda maior mineradora do mundo, a Vale está em 33 países e tem 212 000 funcionários, entre contratados e terceirizados. Veja o que a empresa fez para melhorar a segurança.

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Inovação e Tecnologia

Radar na rede

Valor Econômico - 30/1/2014


A Vale lança hoje um índice na internet que acompanha em tempo real como anda a popularidade de um conjunto de 12 valores, que incluem respeito, equilíbrio, transparência e solidariedade. "A ideia é estimular diálogo, a aprocimação com a empresa", conta Mônica Ferreira, gerente de relacionamento com a imprensa e mídias digitais da mineradora. Mais especificamente, a ferramenta vai convidar os seguidores da empresa na rede a refletir sobre conceitos embutidos em seu guarda-chuva de sustentabilidade. Para uma empresa que não "chega" ao consumidor final, a Vale tem um contingente expressivo de 550 mil seguidores, somando Facebook, Twitter, LinkedIn, conta Mônica. O Índice de Novos Valores (INV), que roda 24 horas, é um termômetro diário em 7 idiomas e 13 países sobre o que é importante para seus públicos digitais. A ideia é que as pessoas procurem saber se os temas que as mobilizam também têm popularidade em outros lugares e permitir que elas multipliquem suas percepções. "As pessoas gostam de interação e essa é uma forma de aproximá-los dos valores que a empresa pratica", diz Mônica.

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Recursos Humanos

Aprendizagem informal também beneficia gestores

Valor Econômico - 27/1/2014

Novas plataformas digitais estimulam troca de experiências no ambiente corporativo

Novas plataformas de ensino são a aposta de grandes empresas para capacitar seus funcionários. Na Vale, desde o ano passado, a principal frente na formação de líderes é a aprendizagem informal, com trocas de experiências entre os gestores e vivências práticas. Isso inclui uma comunidade virtual na qual os líderes se encontram para compartilhar informações, o "swap program", por meio do qual os executivos atuam em outra função por um determinado período de tempo, e a "substituição de férias", quando um profissional mapeado como um futuro gestor assume uma função de liderança enquanto seu chefe sai de férias.

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Renovação do Trem de Passageiros é destaque na imprensa

24/1/2014 - 3'40"

Matéria do Bom Dia Minas, da TV Globo, mostra como são os novos vagões

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Corporativo

Fatores da queda do minério na China são transitórios, diz Vale

Reuters - 21/1/2014 18:56:00

Fundamentos da economia chinesa continuam sólidos Preços do minério atingiram menor nível em mais de 6 meses

Os fatores por trás de uma recente queda nos preços do minério de ferro na China, para uma mínima de mais de seis meses no mercado à vista, são "transitórios", disse nesta terça-feira o presidente da Vale, Murilo Ferreira. "Os fundamentos continuam sólidos na economia chinesa, houve recentemente uma política de concessão de crédito mais dura, e certamente as siderúrgicas foram atingidas...", disse Ferreira a jornalistas após reunião no Ministério de Minas e Energia.

A China é o maior comprador de minério de ferro do mundo, enquanto a Vale é a principal produtora global dessa commodity.

De acordo com Ferreira, aqueles fatores que estão pressionando os preços não são permanentes.

"As empresas acabam trabalhando com nível de estoques mais baixos, mas é uma posição transitória", declarou.

O minério com 62 por cento de teor de ferro para entrega imediata na China .IO62-CNI=SI, uma referência do mercado, caiu 1,3 por cento nesta terça-feira, para 123,20 dólares por tonelada, menor patamar desde 8 de julho, segundo dados compilados pelo Steel Index.

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