Vale na Imprensa

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Mineração

Diretor da Vale reafirma compromisso com meta de produção para 2014

Valor PRO - 30/4/2014 12:36:00
Fraancisco Góes

A licença ambiental recebida pela Vale no começo deste ano do Ibama vai permitir à empresa produzir 120 milhões de toneladas de minério de ferro em 2014 em Carajás, no Pará. O diretor-executivo de finanças da Vale, Luciano Siani, disse que a empresa tem confiança que estará apta a produzir esse volume na região norte do país.

No ano passado, a Vale produziu no chamado Sistema Norte da companhia, no Pará, 104,8 milhões de toneladas de minério de ferro, com redução de 1,8% em relação a 2012.

Em fevereiro, a Vale conseguiu autorização do Ibama para avançar a lavra no entorno de cavernas na área conhecida como N4E, na Serra Norte de Carajás. A medida foi bem recebida pelo mercado, pois havia dúvidas entre investidores se a empresa conseguiria cumprir a meta de produção prevista para 2014.

O mercado considerou a licença um marco e avaliou que a concessão de outra licença em análise pelo Ibama, o chamado EIA Global, permitirá minerar novas áreas nas minas N4WS e N5S. O licenciamento ambiental de expansões planejadas nas minas N4 e N5 deve garantir a ampliação, em 1 bilhão de toneladas, da possibilidade de extração nas reservas de minério de ferro existentes na Serra Norte de Carajás, conforme a empresa já anunciou na teleconferência de resultados de 2013.

Em seu relatório de produção de 2013, a Vale já havia dito que a autorização do Ibama para explorar áreas nas minas N4E iria endossar a concretização do plano de produção de 2014 de 120 milhões de toneladas em Carajás. E de uma produção total para a companhia, no ano, de 312 milhões de toneladas - número que chegará a 321 milhões de toneladas com as compras de minério de ferro feitas de terceiros.

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Meio Ambiente

Inovação no setor conta com sensor em abelhas

Valor Econômico - 22/4/2014
Roger Mazochi

Sensores microscópios serão implantados na cabeça das abelhas e na boca das colmeias na Floresta Nacional de Carajás, no Pará, onde estão localizadas as maiores minas de minério do mundo, exploradas pela Vale. Luiz Mello, diretor de Inovação e Tecnologia da empresa, diz que o projeto começará este ano e tem como objetivo, monitorar o impacto da mineração no meio ambiente, bem como identificar mudanças ambientais provocadas pelo aquecimento global.

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Mineração

BNDES aprova R$ 6,2 bi para projeto da Vale na Serra Sul em Carajás

Valor Econômico - 16/4/2014


A Vale deu mais um passo na estrutura financeira do projeto de minério de ferro S11D, na Serra Sul de Carajás, no Pará. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou ontem a aprovação de financiamento de R$ 6,2 bilhões para o S11D, incluindo a parte de logística do empreendimento. O empréstimo equivale a 16,2% do investimento total no S11D, de R$ 37,8 bilhões. Em dólares, o projeto está orçado em US$ 19,6 bilhões.

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Logística

O superporto da Vale

O Estado de São Paulo - 7/4/2014

Mineradora investirá R$ 7 bi em logística portuária até 2017; 70% desse total vai para o Terminal de Ponta Madeira, no Maranhão

Do avião, na chegada à capital maranhense, já é possível ver a mega estrutura que avança pela Baía de São Marcos. É o Píer IV do Terminal de Ponta da Madeira, da Vale. Com 1,6 mil metros, é apenas uma pequena amostra do terminal que pertence à mineradora brasileira e ocupa uma área de 18,3 km². A construção do quarto píer é um dos projetos no orçamento de R$ 7 bilhões da companhia para logística portuária até 2017.

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Internacionais

Vale está confiante em alinhar parceria para carvão na Austrália e Moçambique

Reuters - 3/4/2014 08:08:00


A brasileira Vale espera alinhar uma parceria para suas operações de carvão na Austrália e em Moçambique apesar das fracas condições que a indústria enfrenta, disse seu presidente nesta quinta-feira. A Vale havia dito anteriormente que buscava vender de 15 a 25 por cento de participação em suas operações de carvão, incluindo a mina Moatize em Moçambique e as minas Carborough Downs, Integra e Isaac Plains, e projetos não desenvolvidos na Austrália.

O presidente-executivo Murilo Ferreira disse nesta quinta-feira que as minas australianas da companhia têm "muitos problemas", mas que a empresa mantinha uma visão de longo prazo para a indústria.

"Nós temos potenciais investidores com a mesma visão, baseada em uma operação de longo prazo. E, com certeza, eles apreciam ver uma parceira conosco", disse Ferreira em Melbourne, na Austrália.

Ele não quis comentar sobre com quem a empresa está conversando.

Questionado se a companhia considera fechar alguma de suas minas australianas, Ferreira disse não ter visto nenhuma análise dos funcionários locais que pedia pelo fechamento de minas.

Ele também afirmou estar confortável com as operações da empresa em Moçambique apesar de ameaças de segurança e disse que a Vale deve estar apta a anunciar em breve uma joint venture para seus negócios de ferrovias no país.

Esta semana, a companhia suspendeu as operações na linha ferroviária de carvão Moatize-Beira, após um de seus trens ser atingido por tiros, ferindo o maquinista.

Ferreira reiterou também seu compromisso com austeridade na companhia, dizendo que não irá buscar aquisições, focando em impulsionar os retornos para acionistas com a ajuda da abertura da mina de minério de ferro em Carajás neste ano.

"O dinheiro pode ficar muito melhor nas mãos de nossos acionistas", disse.

A nova mina vai aumentar a capacidade de minério de ferro da Vale em 30 por cento, para quase 400 milhões de toneladas por ano.

O executivo espera que os preços de minério de ferro fiquem entre 100 e 125 dólares por tonelada nos próximos um a dois anos.

"Eu acredito fortemente que temos bons fundamentos", disse Ferreira sobre os negócios de minério de ferro, acrescentando que analistas que preveem fortes quedas nos preços do produto falharam em considerar o desafio de substituir reservas de minério de ferro.

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Inovação e Tecnologia

Liberdade, abre as asas sobre nós

O Globo / Blog do Ancelmo - 2/4/2014 16:41:00


No dia em que o golpe militar fez 50 anos, Liberdade foi o valor mais compartilhado na internet e nas redes sociais no Brasil e na América do Sul. O dado é do Índice de Novos Valores (INV), ferramenta de monitoramento on-line lançada pela Vale que acompanha, em tempo real, os principais desejos e preocupações da sociedade em diferentes países, na internet e nas redes sociais. No dia 31 de março, entre os valores monitorados pelo INV, Liberdade disparou na frente, alcançando 9,78% no Facebook, 11,52% no Twitter e 12% na web na América do Sul.

Leia a nota completa no Blog do Ancelmo

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Meio Ambiente

Reserva é referência como futura receita ambiental

Valor Econômico - 31/3/2014

Para manutenção da área, Vale investe R$ 7milhões ao ano

A conclusão de um estudo pioneiro no Brasil, que no ano passado calculou em US$ 1 bilhão o valor dos benefícios gerados à sociedade e ao meio ambiente pela reserva natural da mineradora Vale, em Linhares (ES), tornou-se referência para o entendimento dos acionistas sobre a importância de se manter financeiramente um ativo ambiental que não gra lucro e está dissociado da atividae-fim da empresa.

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Recursos Humanos

Técnicos, com muito orgulho

Revista Veja - 29/3/2014

Uma turma de profissionais bem pagos e realizados mostra que fazer faculdade não é a única via para subir na vida. O país precisa de mais deles

A extraordinária segunda metade do século XVIII foi um tempo de invenções como nunca se viu - o momento em que o carvão e o vapor substituíram a lenha nos motores e projetos revolucionários saíram do papel para o dia a dia das cidades. Na Inglaterra, berço das novidades, um grupo de operários pôs-se a ler e a se reunir nos pubs para debate, isso mesmo, artigos científicos; A Lei das Patentes acabara de ser promulgada e eles queriam ganhar dinheiro criando soluções para a fábrica.. No livro The Most Powerful Idea in the World (A Ideia Mais Poderosa do Mundo), sobre como o empuxo da Revolução Industrial mudou o curso da história, o americano William Rosen diz que um dos fatores primordiais para aquele surto de avanço tecnológico foi justamente o surgimento de uma elite de técnicos capaz de ler manuais - e escrevê-los. A mão de obra de nível técnico como força motriz da produtividade foi então, e continua a ser, um dos pilares dos países que dão certo. No Brasil, que sempre olhou de cima pra baixo a via profissionalizante, a ideia só agora começa a vingar, sob o impulso de uma indústria que finca pé no século XXI e demanda pessoal na mesma sintonia.

(...)

Existem mais de 600 ocupações atendidas pelo ensino profissionalizante no país, mas o funil da formação se estreita quando se trata de cursos moldados para corporações modernas. "Para contar com um exército de técnicos ultraqualificados , como pede hoje a economia, é preciso ter um pensamento de longo prazo e começar a formá-los antes que a demanda se estabeleça, o que ainda não é tão comum no Brasil", explica o engenheoro Leone Andrade, diretor regional do Senai na Bahia. Um dos maiores obstáculos está na burocracia - o tempo entre detectar uma demanda e criar o curso pode demorar até dois anos. Uma pesquisa recente em quase 2 000 empresas brasileiras mostrou que 65% delas se ressentem da falta dessa mão de obra e 80% montaram cursos próprios para contornar a escassez. VEJA consultou dez das maiores do país em diversos setores e de todas ouviu a queixa: a oferta de bons quadros não supre suas necessidades. "O técnico de agora precisa entender e interpretar instruções para operar equipamentos sofisticados", reforça Ana Albertim, gerente de educação da Vale. Na Cargill, multinacional de alimentos com sede em São Paulo, a diretora de recursos humanos Fabiana Cavalcante calcula que, soa 9 000 funcionários, só 30% têm a formação adequada. " Para pôr em operação uma unidade de processamento de milho, tivemos de importar vinte técnicos americanos e europeus para treinar os brasileiros", conta.

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Mineração

Fôlego Maior

Valor Econômico - 28/3/2014
Roberto Rockmann
Setor projeta crescimento de 2,8% para este ano, com base em obras de infraestrutura

Após um crescimento de 2% ano passado, o setor de contrução deverá acelerar seu ritmo de produção e registrar a alta de 2,8% em 2014, com o emprego formal devendo subir 1,5%, mantendo-se como um dos motores da economia. Projetos de infraestrutura dos setores público e privado estão saindo do papel, o que deverá estimular a carteira de pedidos das empreiteiras, enquanto o crédito habitacional, renda em alta e desemprego em níveis historicamente baixos tornam atrativa a equação do mercado imobiliário. O bom momento coincide com a necessidade de aumento da produtividade, cuja alta foi inferior ao crescimento do emprego formal. Isso traz desafios para as empresas que terão de inovar para atender um mercado mais exigente.

(...)

A infraestrutura deve ser um dos principais motores da demanda da construção pesada. Alguns dos principais clientes das construtoras pretendem investir com vigor nos próximos anos. A Vale, que responde por 4% do PIB nacional, está investindo no maior projeto de sua história: a exploração da Serra Sul de Carajás, no Pará, que prevê o acréscimo de 90 milhões de toneladas anuais de metal à sua capacidade. O projeto, cujo orçamento contempla US$ 19,5 bilhões em investimentos, terá pouco mais de US$ 11 bilhões em recursos direcionados à área de logística, com ampliação da ferrovia e do porto. "Faremos a duplicação de 592 km de trilhos e 100 km de ramais para escoar minério de ferro e os grãos da fronteira do Maranhão, Piauí e Tocantins", diz o presidente da Vale, Murilo Ferreira.

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Logística

Tecnologia 3D subaquática é utilizada na construção do berço norte da Vale

O Estado do Maranhão - 27/3/2014

Obra do novo atracadouro do Terminal Ponta da Madeira, o berço Norte do Píer IV, conta com equipamentos de última geração para realizar sondagens submarinas

A construção do berço Norte do Píer IV do Terminal Ponta da Madeira (TPM), em São Luís, está sendo realizada com o auxílio de um equipamento de alta tecnologia, o CODA Echoscope 3D, que realiza sondagens subaquáticas no decorrer da obra, que foi iniciada em dezembro de 2013.

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