Vale na Imprensa

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Corporativo

Vale: Primeira carga deve ser transportada em Corredor Nacala em set/14

Agência CMA - 7/11/2013 14:03:00
Paula Pereira e Laelya Longo

A mineradora Vale deve iniciar a operação do Corredor Nacala, em Moçambique, no segundo semestre de 2014, com a primeira carga já transportada em meados de setembro, segundo Roger Downey, diretor-executivo de fertilizantes e carvão, há pouco, em teleconferência com analistas e investidores. "O projeto do Corredor Nacala está dividido em duas parte, uma de greenfield, e outra de brownfield. Nosso objetivo é ter acabado a parte de greenfield em setembro de 2014 com a primeira carga indo da mina de Moatize ao porto de Nacala", disse Downey.

O executivo afirma que a capacidade total do Corredor Nacala deve ser atingida entre 2016 e 2017. "A mesma capacidade que devemos atingir já com a extensão de Moatize", disse. O Corredor Nacala consiste em um projeto de infraestrutura, incluindo porto e ferrovia em Moçambique para escoar a produção de carvão da Vale na unidade de Moatize com capacidade nominal estimada de 18 milhões de toneladas por ano.

O investimento total gira em torno de US$ 4,44 bilhões.

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Corporativo

Vale: Oportunidade de redução de custos segue pelos próximos trimestres

Agência CMA - 7/11/2013 13:33:00
Paula Pereira e Laelya Longo

Apesar da redução de custos bem-sucedida, nos últimos trimestres, a Vale ainda deve ter fôlego para prosseguir com cortes de custos nos próximos períodos, de acordo com Luciano Siani, diretor executivo de finanças e de relações com investidores da mineradora, há pouco, em teleconferência com investidores e analistas. "Temos espaço para mais cortes de despesas administrativas, na área de fertilizantes e de níquel, além de redução de custos de minério de ferro e projetos pré-operacionais", afirmou Siani.

Entre os fatores que devem colaborar com a redução de custos nos próximos trimestres é a área logística. "Vamos inaugurar nosso centro de distribuição na Malásia até o fim do ano, que estará pronto para receber cargueiros, incluindo o Valemax. Isso nos trará mais flexibilidade como alternativas para atender à China", ressaltou José Carlos Martins, diretor executivo de ferrosos e estratégia da Vale.

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Corporativo

Vale: China quebra a cara dos pessimistas e surpreende otimistas

Agência Estado - 7/11/2013 11:39:00
Fernanda Guimarães e Mônica Cicarelli

O diretor executivo de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins, disse há pouco em teleconferência com analistas e investidores, que a produção de aço na China está crescendo neste ano na faixa de 8%, enquanto a expectativa do mercado era de um crescimento de 3%. "A China quebra a cara dos pessimistas e surpreende os otimistas", disse Martins.

Segundo ele, a expectativa é que a produção de aço da China em 2014 alcance 3%, promovendo dessa forma mais demanda para o minério de ferro. O executivo disse que os produtores de alto custo não preocupam a empresa e destacou que a tendência é que a concentração desse mercado cresça ainda mais.

Depois que alguns projetos entrarem em operação, especialmente o Serra Sul, o projeto bilionário S11D, a projeção é que Brasil e Austrália passem a responder por 80% da oferta global de minério de ferro, na estimativa de Martins. Segundo ele, por muito tempo esse porcentual ficou situado entre 65% e 70%.

Martins disse que a tendência para os preços é muito positiva e que o aumento de oferta até aqui tem sido absorvido pelo mercado, mas que o fenômeno de uma oferta maior do que a demanda ainda não está ocorrendo.

No balanço divulgado na noite de ontem, a Vale informou que aguarda que os preços do minério de ferro nos próximos meses se mantenham estáveis, em torno de US$ 130 a tonelada. Segundo a mineradora, os estoques de minério de ferro nas siderúrgicas chinesas estão baixos, havendo, dessa forma, necessidade de reposição.

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Corporativo

Com nova estratégia, Vale lucra R$ 7,95 bi

Valor Econômico - 7/11/2013

Aumento de 13% nos preços do minério de ferro também influiu no resultado do trimestre

A estratégia de redução de gastos da Vale novamente rendeu frutos no terceiro trimestre. Economias tanto pelo lado dos custos quanto das despesas operacionais garantiram um forte aumento de rentabilidade e explicam boa parte do avanço de 139% no lucro do período em relação a um ano antes, para R$ 7,95 bilhões. O resultado é o maior desde o quatro trimestre de 2011, quando a mineradora havia lucrado R$ 8,35 bilhões, e veio levemente acima do esperado pelo mercado. A média das projeções de dez analistas consultados pelo Valor apontava para ganhos de R$ 7,5 bilhões.

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Corporativo

Lucro da Vale sobe 140%, para R$ 7,9 bilhões

O Estado de São Paulo - 7/11/2013

Empresa foi beneficiada pela alta de 12% no preço do minério de ferro em relação a 2012; dependência da China cresceu e já supera 40% das vendas da empresa

A Vale obteve, no terceiro trimestre, lucro líquido de R$ 7,9 bilhões, mais do que o dobro do ano passado. A alta do preço do minério de ferro no mercado internacional aliada à recuperação nas exportações de minério e pelotas, que tiveram oterceiro o terceiro maior volume da história da companhia, além da redução de custos de operação, foram responsáveis pela melhoria do desempenho da mineradora.

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Corporativo

Setor vai receber aportes bilionários

Valor Econômico - 7/11/2013

Para retomar sua liderança mundial, Vale investe para produzir 230 milhões de toneladas de minério por ano

O Pará irá se consolidar até o fim da década como uma das principais províncias minerais do mundo. Nos próximos anos, pouco mais de US$ 22 bilhões poderão ser aplicados por empresas de mineração em diferentes frentes. Uma das três maiores mineradoras do mundo, a Vale pretende dar um salto em suas operações de minério de ferro até o fim desta década e reforçar sua liderança mundial na produção do metal.

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Meio Ambiente

O valor de preservar as áreas verdes

Revista Exame - 7/11/2013

A Vale começa a medir o valor econômico de seus ativos ambientais. Uma reserva natural de Mata Atlântica no Espírito Santo é estimada em 1 bilhão de dólares

A mineradora Vale mantém uma série de programas de proteção de territórios e da biodiversidade nos diversos países em que atua. Agora, dá um passo adiante nessa área ao criar uma metodologia para mensurar o valor econômico de seus ativos ambientais. A primeira experiência foi aplicada à Reserva Natural Vale, em Linhares, no Espírito Santo, uma área de 230 quilômetros quadrados de Mata Atlântica. Um estudo desenvolvido pela mineradora em parceria com o Berkeley Lab, laboratório na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, que contou com a participação de vários especialistas, chegou à estimativa de 1 bilhão de dólares para a área da reserva. "Esse é o valor pelo não uso do território. Ou seja, quanto ele vale simplesmente por existir e ser preservado do jeito que é", diz Luiz Felipe Campos, gerente de biodiversidade e florestas da Vale. Visto por outro ângulo, o calor pode ser interpretado também como uma estimativa do prejuízo financeiro à humanidade caso a área deixe de existir. Uma das etapas do estudo incluiu entrevistas para captar a percepção da opulação sobre a importância da prestação de serviços ambientais e a repercussão para a imagem da empresa. Fatores como a contribuição da reserva para processos de polinização, estoque de carbono, regulação do solo, do ar e da água também foram convertidos em valores monetários, além do potencial da área para atividades de recreação e geração de conhecimento. "O objetivo é aplicar a metodologia às outras áreas protegidas pela empresa , para quantificar a importância dessas iniciativas", diz Campos. A Vale possui, ao todos, 13 700 quilômetros quadrados de áreas protegidas, o que corresponde a três vezes a área que utiliza em suas operações. Em 2012, o investimento para a manutenção dessas áreas atingiu 70 milhões de dólares.

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Recursos Humanos

Geração de 160 mil empregos até 2016

Valor Econômico - 7/11/2013

Empresas, governo e Senai investem em capacitação e treinamento para suprir a carência de profissionais

Os R$ 130 bilhões em investimentos que o Pará receberá nos próximos anos deverão gerar mais de 160 mil empregos diretos até 2016. É o que aponta o Guia Pará Investimentos, produzido pela Rede de Desenvolvimento de Fornecedores do Pará da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa). Diante deste cenário, empresas privadas, o Serviço Navional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o govverno do Estado estão empenhados em formar e capacitar a mão de obra local para ocupar os postos de trabalho existentes e vindouros.

(...) A pesquisa e a inovação são alvo de grandes empresas como a Vale. Há pouco mais de um ano, a companhia inaugurou o Instituto Tecnólogico da Vale (ITV), em Belém, concebido para ser uma fonte de geração e difusão de conhecimento científico inovador na área do desenvolvimento sustentável.

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Meio Ambiente

Plantio de florestas industriais recupera áreas degradadas

Valor Econômico - 7/11/2013

Indústrias investem para diversificar atividades, agregar valor à produção e atuar na área de reflorestamento

Um dos setores industriais em fase de renovação e ampliação no Pará é o de celulose, papel e florestas industriais. Empresas como a Fábrica de Papel da Amazônia (Facepa), que produz papel higiênico e guardanapos, a Jari Celulose - do grupo Orsa - e a Vale, que mantém um empreendimento de reflorestamento na área, desenvolvem novos projetos na região , envolvendo cifras milionárias. Os planos vão desde a expansão da capaciade produtiva à mudança de rumo dos negócios, apostando em novas frentes.

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Diretor-executivo da Vale comenta os resultados do 3T13

6/11/2013 20:32:00 - 2,7Mb

Luciano Siani, diretor-executivo de Finanças e Relações com Investidores, comenta os resultados financeiros do terceiro trimestre de 2013

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