Vale na Imprensa

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Meio Ambiente

Vale lidera em divulgação de informações na bolsa local

Valor Econômico - 10/12/2013
Luciana Seabra
É o que mostra uma pesquisa global que avaliou práticas de difusão de indicadores de sustentabilidade de empresas listadas emm 45 mercados. Por Luciana Seabra, de São Paulo.

A BM&FBovespa ficou na 21ª posição em um estudo que avaliou 45 bolsas de valores, de 40 países, no que se refere às práticas de divulgação de informações relativas à sustentabilidade. O levantamento foi feito pela CK Capital, braço de investimentos da Corporate Knights, empresa canadense de informações financeiras.

(...)

Foram avaliadas as práticas de divulgação de 3.972 companhias. No caso da bolsa brasileira, a CK considerou as empresas com capitalização de mercado mínima de US$ 2 bilhões em julho. No Brasil, apenas a Vale divulga dados relacionados aos sete indicadores. Ela é citada no relatório juntamente com a Tata Motors, da Índia, e a Digi, da Malásia, como exemplos no mundo emergente de excelência na divulgação de sustentabilidade, em meio a um pequeno grupo de 117 companhias globais que reportam os sete indicadores, apenas 3% da amostra.

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Investimento social

Quase US$ 1 bi

O Globo / Negócios & Cia - 7/12/2013
Flávia Oliveira

A Vale vai investir US$ 975 milhões em ações sociais e de conservação ambiental em 2014. A mineradora, na 2ª, ganha selo verde do Instituto Chico Mendes.

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Corporativo

"O mundo será liderado pela China. Felizmente"

Época Negócios - 6/12/2013
Elisa Campos

A Vale já não é mais a mesma. Ela está mais leve, nas palavras de Murilo Ferreira, seu presidente. Desde que assumiu a cadeira de Roger Agnelli, em maio de 2011, Ferreira tem se dedicado a eleger as prioridades e a reformular as estratégias da maior produtora de minério de ferro do mundo. "Decidimos ser a empresa com o melhor retorno da indústria, deixando de lado aquela ideia de ser a número 1." Na esteira da decisão, a Vale definiu os setores de minério de ferro, níquel, carvão, fertilizantes e cobre como prioritários. Os ativos das outras áreas começaram então a ser colocados à venda, estratégia que será repetida no ano que vem. Nesta entrevista, o otimista Murilo Ferreira analisa a economia brasileira ("os brasileiros, como sempre, estão reclamando"). Diz que a infraestrutura do país não é um problema ("mas, sim, uma oportunidade"). Afirma que a liderança econômica da China tornará o mundo muito mais justo e detalha seus desafios como comandante de uma companhia com 131 mil funcionários, presente em mais de 30 países. Ah, sim. O executivo também diz que vai aproveitar o recesso de final de ano para tentar dormir um pouco mais que as cinco horas habituais.

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Corporativo

Vale: não queremos diversificação a qualquer preço para ser número 1

Agência Estado - 5/12/2013 15:11:00
Fernando Nakagawa e Fernanda Guimarães

Apesar de executar um plano de vender ativos no exterior, a direção da Vale disse nesta quinta-feira que a empresa segue com olhos em investimentos internacionais. O presidente da empresa, Murilo Ferreira, comentou que a empresa continua olhando para outros países, mas com racionalidade. "Não queremos fazer diversificação a qualquer preço para ser o número um", disse durante entrevista no Vale Day na capital britânica.

"Estamos fazendo um projeto em Moçambique, estamos analisando um projeto muito grande na Austrália e há outro no Canadá. O que nos diferencia da percepção equivocada que é fazer a diversificação a qualquer preço para ser o número um (do mercado). Queremos aumentar o número de projetos de classe mundial, mas não sei se serei o número um, dois ou três", disse, durante a entrevista. "O que eu quero é ter projetos de classe mundial", completou Ferreira.

Ao lado de Ferreira, o diretor de Finanças e Relações com Investidores da Vale, Luciano Siani, comentou que a empresa "simplificou bastante o portfólio de projetos" recentemente. Ao todo, foram excluídos 70 projetos que "não eram de classe mundial ou estavam geograficamente em países considerados com alto risco", explicou Ferreira.

"Tudo isso no sentido de trabalhar com mais austeridade e simplicidade", completou o presidente.

Siani disse que a Vale tem atualmente cinco grandes projetos: expansão do Sistema Norte, reposição do Sistema Sul, desenvolvimento da rede de distribuição, Nacala e Salobo.

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Corporativo

Vale: gargalos na infraestrutura brasileira são oportunidades, diz Ferreira

Agência Estado - 5/12/2013 14:30:00
Fernando Nakagawa e Fernanda Guimarães

A Vale encara os gargalos na infraestrutura brasileira como oportunidades de negócios. A afirmação foi feita nesta quinta-feira pelo presidente da empresa, Murilo Ferreira. O executivo também negou que o aumento da desconfiança externa prejudique a companhia. "Leio muito nos jornais sobre uma avaliação depreciativa dos gargalos da economia brasileira. Isso, na verdade, são oportunidades para a empresa. Se a infraestrutura brasileira já tivesse sido resolvida, a taxa de retorno seria de 3% ou 4%. Mas como o problema ainda persiste, a taxa de retorno é muito mais alta", disse, ao comentar que "há descompasso" entre as avaliações críticas ao governo e a realidade.

Questionado durante entrevista coletiva do Vale Day em Londres sobre o aumento da desconfiança externa com o Brasil, o executivo disse que "discorda fortemente" da avaliação de que a piora vista nos mercados financeiros poderiam prejudicar a companhia.

"Não vi nenhum analista, nem entre os mais otimistas, previsões que alcançaram as cifras registradas no negócio da VLI", disse, ao comentar que 26 empresas demonstraram interesse no negócio de logística da Vale e seis chegaram à etapa final.

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Corporativo

Vale espera ampliar market share do mercado transoceânico de 23% em 2013 para 29% em 2018

Agência Estado - 5/12/2013 11:46:00
Fernanda Guimarães e Fernando Nakagawa

O diretor-executivo de Ferrosos e de Estratégia da Vale José Carlos Martins, disse há pouco, em apresentação do Vale Day, que acontece neste momento em Londres, que a companhia deverá recuperar seu market share no mercado transoceânico de minério de ferro. A expectativa, segundo o executivo, é de que a participação da companhia passe dos 23% atuais para 29% em 2018.

Martins afirmou que esse ganho de mercado deverá ocorrer por conta da melhoria da qualidade do minério de ferro da empresa. A projeção é de que o teor de ferro do minério explorado pela empresa avance dos atuais 64% e alcance 65% em 2018. Uma das razões para a melhoria será o início das operações do projeto S11D, o Serra Sul, que começará a operar em 2016 e agregará uma capacidade adicional à mineradora de 90 milhões de toneladas anuais.

Para 2014 a Vale projeta que o volume de minério de ferro produzido chegará em 321 milhões de toneladas, sendo 312 milhões de toneladas de produção própria e 9 milhões de terceiros. Para 2015 o volume deverá atingir 348 milhões de toneladas, 2016 de 376 milhões de toneladas, 2017 de 411 milhões de toneladas e 2018 de 453 milhões de toneladas. Essas metas incluem um pequeno volume de terceiros. Neste ano a produção da mineradora do insumo deverá ficar em 306 milhões de toneladas.

O diretor de Ferrosos da Vale disse que essa curva de produção poderá mudar diante da aprovação da mineradora para explorar áreas com cavernas, fator que tem impedido que a empresa explore hoje determinadas áreas. Martins disse que a mineradora poderá ampliar a sua produção imediatamente após a obtenção das licenças referentes a essas cavidades.

O executivo destacou também, ainda na apresentação, a estratégia da mineradora em relação aos navios Valemax, que são os maiores mineraleiros do mundo. A mineradora é impedida hoje de atracar na China com esses navios, seu maior mercado, por conta de restrições do país, mas Martins disse que "mais cedo ou mais tarde" a companhia deverá conseguir permissões.

Hoje a empresa tem utilizado centros de distribuição e também estações flutuantes, como forma de estar mais próxima de seus clientes na Ásia. O Valemax chega até essas estações e de lá navios menores levam o minério até os clientes. O executivo disse que os navios Valemax promovem uma economia de US$ 7 por toneladas no frete, mas que a economia diminui para US$ 5 quando a companhia precisa atracar o valemax primeiros nas plataformas, não indo diretamente ao destino final.

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Corporativo

Vale: captação de recursos em 2014 deve ser muito baixa, se houver, diz Murilo Ferreira

Agência Estado - 2/12/2013 18:20:00
Fernanda Guimarães

A Vale não prevê captações expressivas de recursos no mercado de capitais em 2014. De acordo com o presidente executivo da mineradora, Murilo Ferreira, se houver tomada de recursos, será em volume baixo. O presidente da Vale frisou que o foco da companhia vai seguir em projetos de grande porte, entre os quais ele citou o corredor Nacala, em Moçambique. "Precisamos ter disciplina forte na alocação de recursos", disse Ferreira a jornalistas nesta segunda-feira, em Nova York.

A empresa vai usar o próprio caixa para financiar investimentos, orçado em US$ 14,8 bilhões para 2014. Os mesmos recursos do caixa serão usados para o pagamento do Refis. O primeiro desembolso foi feito na sexta-feira, de R$ 5,965 milhões, todo o montante vindo do caixa da empresa. Na mesma entrevista, o presidente do conselho de administração da Vale, Dan Conrado, disse que a e empresa não planeja vender ativos para fazer os pagamentos à Receita Federal. "O programa de desinvestimento é para focar nos negócios essenciais da empresa", disse o executivo, frisando que este programa vai continuar.

A Vale terá 15 anos para pagar o restante da dívida (R$ 16,360 bilhões) e o caixa da empresa terá condições de suportar estes pagamentos, afirmou Ferreira. Os desembolsos anuais correspondem a cerca de 1% das receitas da empresa. Ferreira disse ainda que a empresa não tem necessidade aguda de financiamento em 2014, por isso, a baixa necessidade de captar recursos.

Sobre os projetos de investimento da empresa, Ferreira disse que a Vale vai buscar parceiros, não só em Nacala, como também em outras áreas de negócios, como fertilizantes e carvão. "Quando eu comecei na Vale em maio de 2011, disse que o foco da empresa era oferecer o melhor retorno para os acionistas. Portanto, não deveríamos ter tantos projetos e deveríamos focar em investimentos de classe mundial, de baixo custo e qualidade diferenciada de minério", disse Ferreira, ao ser questionado pelos jornalistas sobre a queda dos investimentos da empresa prevista para 2014, que será em nível menor que este ano.

"É natural que, quando você foca em projetos de grande volume, haja redução no volume de recursos, mas isso significa foco." Na época em que assumiu o cargo, disse ele, havia uma carteira de 156 projetos.

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Mineração

Vale: sem minério de ferro, balança comercial brasileira seria negativa, diz Martins

Agência Estado - 2/12/2013 15:38:00
Fernanda Guimarães

O diretor-executivo de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins, disse, há pouco, durante o Vale Day, que sem o minério de ferro a balança comercial brasileira seria negativa. O executivo disse que hoje a companhia enfrenta algumas problemas para conseguir aumentar a sua produção, mas disse que a partir de 2015 a empresa deverá ter um caminho mais fácil.

Hoje a Vale depende, por exemplo, de aprovação para explorar áreas com cavernas. O executivo explicou, por exemplo, que hoje a mineradora precisa evitar a exploração de determinadas áreas, fato que também eleva o custo em US$ 3 a tonelada de minério de ferro. "Temos a possibilidade de reduzir os custos assim que solucionarmos essa permissão para as operações já existentes", disse o executivo.

Para 2014 a Vale reduziu as suas estimativas de produção de minério de ferro, de 326 milhões de toneladas anunciadas no ano passado para 312 milhões de toneladas. O volume previsto também significa um pequeno incremento em relação à produção neste ano, estimada para fechar em 306 milhões de toneladas. Martins destacou que a mineradora deverá apresentar um salto de qualidade de seu minério de ferro a partir de 2016, ano em que o seu maior projeto, o Serra Sul, no S11D, entra em operação.

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Mineração

Vale: capacidade de produção de minério de ferro vai crescer 50% até 2018

Agência Estado - 2/12/2013 14:30:00
Altamiro Silva Junior e Fernanda Guimarães

A Vale vai aumentar em 50% sua capacidade de produção de minério de ferro até 2018, disse o diretor-executivo de Ferrosos e Estratégia, José Carlos Martins, em apresentação para investidores na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) nesta segunda-feira.

A mineradora, que este ano tem capacidade de produzir 306 milhões de toneladas de minério, deve aumentar esse número para cerca de 450 milhões de toneladas em 2018, disse Martins na sua apresentação. Para isso, a Vale está investindo um total de US$ 37 bilhões até 2018.

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Logística

Vale: centro de distribuição na Malásia iniciará operação nas próxima semanas

Agência Estado - 2/12/2013 14:13:00
Altamiro Silva Junior e Fernanda Guimarães

O centro de distribuição de minério de ferro da Vale na Malásia deve começar a operar nas próximas semanas, disse o diretor-executivo de Projetos de Capital da empresa, Galib Chaim em apresentação para investidores na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) nesta segunda-feira.

Chaim frisou que o projeto asiático está sendo conduzido dentro do previsto e abaixo do orçamento. O mesmo comentário foi feito sobre a linha de produção da nova instalação de tratamento de minério da Vale em Conceição de Itabiritos (MG), iniciado em 2010.

O primeiro carregamento de minério de ferro do Brasil deve ser recebido ainda neste quarto trimestre, disse o executivo na apresentação. O centro de distribuição na Malásia irá encurtar a distância entre a Vale e seus clientes na Ásia e tem investimentos de US$ 1,4 bilhão.

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