Vale na Imprensa

Clique nos ícones abaixo para escolher a mídia:

Fechar
Corporativo

Desinvestimento da Vale "continuará forte" em 2014, diz CEO

Reuters - 27/2/2014 12:18:00
Sabrina Lorenzi e Jeb Blount

O programa de desinvestimentos da mineradora Vale "continuará forte" em 2014, com repercussão positiva para o caixa da empresa, afirmou nesta quinta-feira o presidente da companhia, Murilo Ferreira.

Na mesma linha, a maior produtora de minério do mundo manterá em 2014 esforços para reduzir a dívida e os custos da empresa, conforme disse o executivo em teleconferência para detalhar os resultados do último trimestre, divulgados na véspera.

O controle de custos foi um dos pontos positivos vistos por analistas, que receberam bem o resultado apesar de a mineradora ter registrado um prejuízo líquido trimestral mais de duas vezes maior que o verificado um ano antes, por conta de despesas financeiras, sobretudo pelo pagamento de dívidas tributárias com o governo brasileiro.

"A Vale vem fazendo um bom trabalho em termos de controle dos custos", afirmou o analista Edmo Chagas em relatório do BTG Pactual.

As ações preferenciais da Vale operavam em alta de 1,59 por cento às 12h18.

A geração de caixa medida pelo Ebitda ajustado em 2013 foi de 49,3 bilhões de reais, o segundo mais alto da história, ressaltou a empresa em relatório de resultado.

O indicador foi destacado por analistas, assim como a receita.

"Vendas e preços maiores do que o esperado de minério de ferro resultaram em receita líquida acima de nossas estimativas e do consenso do mercado...", dizem analistas em relatório do banco Votorantim.

Também ajudará a Vale a manter um ritmo positivo neste ano a obtenção de licenciamento necessário para desenvolver minas na região dos Carajás, no Pará.

A mineradora conseguiu importante aval do Ibama recentemente para explorar a região a despeito da existência de cavernas, um tema que preocupa órgãos ambientais.

A facilidade com a obtenção de licenças não fará a Vale revisar para cima suas metas de produção, mas a companhia poderá eventualmente superar com folga as estimativas, afirmou o diretor de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins.

Fechar
Logística

Vale diz que primeiro navio Valemax irá atracar na Malásia em março

Reuters - 25/2/2014 08:57:00


A mineradora Vale começará em março a primeira fase de operação do seu centro de armazenamento e distribuição de minério de ferro na Malásia, que vai melhorar seu acesso à China, sua maior cliente, disse um executivo da companhia nesta terça-feira.

A maior mineradora de minério de ferro do mundo, cujos gigantescos navios Valemax são banidos de portos chineses, construiu o terminal na Malásia para concorrer melhor contra as rivais australianas Rio Tinto e BHP Billiton.

Os navios de 400 mil toneladas de porte bruto (tpb), maiores transportadores de carga a granel do mundo, deveriam cortar os custos de frete da Vale à China, mas Pequim os baniu em janeiro de 2012 para proteger seus transportadores.

O centro na Malásia, juntamente com um terminal flutuante construído nas Filipinas em fevereiro de 2012, pode ajudar a Vale a maximizar o uso dos navios.

João Mendes de Faria, presidente da Vale na China, disse em uma conferência da indústria que o centro malaio receberá a primeira atracação do Valemax no mês que vem, levando quantidades maiores do minério da Vale para mais perto dos portos chineses.

A Vale planeja elevar sua produção total de minério de ferro em 50 por cento, para mais de 450 milhões de toneladas ao ano até 2018. Aumentar sua participação no mercado da China é uma parte vital da estratégia da empresa.

Mendes de Faria disse que a recusa da China em admitir os grandes navios da empresa havia reduzido a "eficiência" na entrega de minério de ferro para o mercado chinês, mas afirmou que a criação do centro na Malásia iria levar melhorias para os clientes do país.

"Com a Malásia e as nossas estações flutuantes, nossa estratégia de logística no curto e médio prazo foi estabelecida", disse ele.

A China barrou os navios Valemax dos seus portos cerca de um mês depois do primeiro deles atracar no porto de Dalian, em dezembro de 2011. Mas um Valemax conseguiu atracar no porto chinês de Lianyungang em abril do ano passado.

Fechar
Corporativo

Vale ratifica confiança no país e vai investir mais

Jornal do Commercio - 20/2/2014

Em audiência no Senado, presidente da mineradora destaca que maior parte do déficit em conta corrente do Brasil em 2013 foi coberta com investimento Estrangeiro Direto

O Presidente da Vale, Murilo Ferreira, disse que a companhia confia no Brasil e manterá seus investimentos, apesar do cenário mundial de incertezas. "Temos um processo muito difícil mundialmente, mas apesar desse cenário de tantas incertezas, continuamos confiando no Brasil e temos aqui nossa principal base de operações", disse, ontem ao participar de audiência pública nas Comissões de Desenvolvimento Regional e Turismo de Meio Ambiente do Senado. "Temos uma visão positiva, longe do viés de desânimo, talvez por estarmos em 30 países e por eu viajar alucianadamente, visitando nossas operações e clientes", acrescentou.

Clique na imgame abaixo para ler a matéria completa.

Fechar
Fertilizantes

Vale desmobilizará equipes dia 28 para aguardar soluções sobre projeto de carnalita em Sergipe

Agência Estado - 19/2/2014 10:59:00
Anne Warth

Brasília, 19/02/2014 - O presidente da Vale, Murilo Ferreira, disse há pouco que a companhia vai desmobilizar suas equipes em Sergipe no dia 28 de fevereiro e aguardar uma solução a respeito da disputa entre os municípios de Capela e Japaratuba sobre o projeto de carnalita. A localização do investimento, estimado em US$ 1,8 bilhão, é alvo de uma briga entre os municípios devido à arrecadação de ICMS que o projeto deve render.

“Estou desmobilizando a equipe toda no dia 28 de fevereiro para que possamos aguardar uma solução”, afirmou o executivo, que participa de audiência pública nas comissões de Desenvolvimento Regional e Turismo e de Meio Ambiente do Senado. “A Vale não fará nenhum movimento que seja prejudicial ao Estado de Sergipe. Não tendo uma solução política, daremos mandato a um banco e vamos vender o projeto, seus direitos e a tecnologia.”

Ferreira disse que a Vale não vai criar nenhum “obstáculo” ao povo de Sergipe. “Se não for possível um acordo entre os municípios, estamos dispostos a ceder a tecnologia”, afirmou. “Não queremos de forma nenhuma criar qualquer empecilho.”

O executivo afirmou ainda que a Vale acabou de sair de uma “encrenca bilionária” com o governo federal envolvendo o Refis, programa de parcelamento de débitos fiscais, e não tem vontade de "entrar em outra”.

“Estamos dispostos a acordos que sejam viáveis, mas gostaria que isso fosse sancionado pelo poder legislativo das duas cidades. O que não posso é impor aos acionistas desassossego e aflição em relação a um problema fiscal”, acrescentou Ferreira.

A Vale pretende extrair 1,2 milhão de toneladas anuais de carnalita, rocha essencial para a fabricação do potássio utilizado em fertilizantes, cuja importação supera 90% da demanda nacional. A maioria das minas ficam em Capela, mas a fábrica ficará em Japaratuba, em uma região próxima à divisa. O local foi escolhido, segundo a empresa, por ser o mais adequado em termos de impacto ambiental e condições logísticas favoráveis.

Fechar
Corporativo

Vale/Martins: Produção de aço por redução direta dos EUA pode atingir até 20 mi de T em dez anos

Agência Estado - 17/2/2014 20:07:00
Mariana Durão e Vinicius Neder

Os Estados Unidos têm potencial para atingir uma capacidade de produção de 15 milhões a 20 milhões de toneladas de ferro pré-reduzido anuais por meio do processo de redução direta nos próximos dez anos, a partir do shale gas (gás de xisto), estima o diretor de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins.

"Os Estados Unidos são um mercado que tem bom potencial devido à possibilidade de uso do shale gas. Mas não é um movimento de curto prazo. É preciso investir em unidades de redução direta. A capacidade de produção de aço nos EUA hoje é a forno elétrico a sucata ou alto-forno a minério", disse.

O executivo estima que a mudança da matriz de produção para redução direta leve de cinco a dez anos para acontecer. Nesse processo, de fabricação de aço as usinas usam as pelotas de ferro e o gás como combustível. Já o modelo convencional utiliza carvão e minério de ferro bruto.

O executivo estima que nos próximos dez anos a produção desse item - que substituiu a sucata e o gusa - nos Estados Unidos possa sair do zero para 15 milhões a 20 milhões de toneladas anuais.

"É um mercado adicional. A Samarco (controlada da Vale) já está fornecendo", disse, em referência ao contrato de fornecimento de pelotas de ferro para a siderúrgica americana Nucor. O contrato foi o primeiro passo para o avanço da Vale no mercado de pelotas americano, que pode ser um bom substituto para usinas europeias em crise.

Fechar
Corporativo

Vale/Martins: Cabe ao governo chinês decidir questão do Valemax

Agência Estado - 17/2/2014 20:03:00
Mariana Durão e Vinicius Neder

O fim das restrições à entrada dos navios cargueiros Valemax na China é uma questão que cabe ao governo chinês resolver, disse há pouco o diretor executivo de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins, ao ser indagado se o governo brasileiro iria intervir no problema. "Cabe ao governo chinês decidir se os navios entram lá ou não. Estamos deixando a solução inteiramente com o governo da China. É uma prerrogativa deles, já que é um país soberano", disse.

O executivo frisou que a Vale considera o episódio como uma restrição técnica, ligada a limitações dos portos chineses, e não comercial. Além disso, avalia que as novas regras que entrarão em vigor para portos na China em julho - limitando a capacidade máxima para os navios atracados a 250 mil toneladas - não mudam nada para a Vale, cujos navios com capacidade superior já estavam proibidos de atracar no país.

A Vale tem usado alternativas como fazer o transbordo dos navios em países próximos. Com isso, a mineradora consegue reduzir em parte a diferença de US$ 10 no custo de frete em relação às mineradoras australianas, que ficam muito mais perto do destino final de desembarque do minério. Com os Valemax atracando na China, a empresa conseguiria reduzir essa diferença em US$ 7; com o transbordo essa redução cai para algo entre US$ 4 e US$ 5.

Portos

Martins descartou que a Vale tenha interesse em comprar capacidade ou participação no Porto do Sudeste, cujo controle foi vendido pela MMX recentemente à trading Trafigura e ao fundo soberano Mubadala. "Estamos modernizando (o terminal) Guaíba. A Vale não precisa de portos de terceiros", disse.

Fechar
Corporativo

Martins/Vale: China continuará a crescer rumo ao posto de maior economia global

Agência Estado - 17/2/2014
Mariana Durão e Vinicius Neder

A China caminha para ser a principal economia do mundo e é importante que haja maior engajamento político dos governantes para criar uma agenda entre o país asiático e o Brasil. A análise foi feita pelo diretor executivo de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins, durante seminário promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China, no Rio de Janeiro.

O executivo acredita que essa agenda deve ser criada com sentido de urgência e extrapolar os interesses comerciais. "Sou daqueles que acreditam que China não vai parar", disse Martins.

Na avaliação do diretor da mineradora - que tem na China seu principal mercado - há uma enorme complementariedade entre as economias brasileira e chinesa, mas também pontos de incompreensão mútua. O Brasil pode perder uma "chance de ouro de mudar seu status como nação" se não for capaz de se preparar para a nova era global movida pela China.

"A China vai continuar crescendo, se não for a 7% ao ano será a 6%, se não for a 6% será a 5%. Mas provavelmente será acima disso", afirmou Martins.

Já o diretor de Infraestrutura e Insumos Básicos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Roberto Zurli, destacou o peso da China nos investimentos estrangeiros diretos (IED) no Brasil.

Há uma postura forte das empresas chinesas em investimentos no Brasil, especialmente em energia", disse Zurli, também na mesa de abertura do seminário. Segundo o diretor do BNDES, os investimentos chineses se destacam em geração e transmissão de eletricidade e no setor de petróleo e gás.

Fechar
Cultura

Memória Digital

Valor Econômico - 14/2/2014


Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Nei Lopes, joão Bosco e Chico César estão entre os convidados para compor letras para músicas inéditas deixadas por Paulo Moura, morto em 2010. O repertório será reunido no disco "Baú do Moura", sob a produção musical de Martinho da Vila. Essa é uma das inciiativas organizadas pela viúva do compositor, Halina Grynberg, que lança neste mês o Instituto Paulo Moura. Sua sede será digital e nela estarão disponíveis mais de 11 mil itens, entre documentos, áudios, vídeos e manuscritos. "Não vejo como manter um espaço de exposição permanente, que se inviabilizaria à espera de patrocínios", diz.

Legado vivo
Com o patrocínio da Vale, o instituto promoverá, em março e abril, uma série de shows e oficinas no Rio e em São Paulo dentro do projeto Ensaiando Paulo Moura. Halina quer lançar um concurso para que músicos proponham palestras, shows ou abordagens baseadas no legado do músico. "A ideia é estimular o surgimento de intervenções interpretativas a partir do acervo do instituto."

Clique na imagem abaixo para ler a matéria completa.

Fechar
Corporativo

Todos por uma meta

Revista Exame - 13/2/2014


Quando assumiu a presidência da Vale, em maio de 2011, Murilo Ferreira colocou como objetivo transformar a mineradora na mais eficiente e segura do mundo. Já no primeiro encontro com a diretoria, na posse, disse o nome, a idade, o estado civil e o número de filhos de cada um dos cinco funcionários que tinham morrido poucos meses antes. Desde então, o número de acidentes com lesão diminuiu 28%, e o de afastamentos, 22%. O número de mortes caiu pela metade. Para atingir o resultado, a empresa foi além das apostilas e das palestras. Aliou indicadores de segurança às metas dos funcionários e incorporou treinamentos práticos, que incluem o depoimento das famílias das vítimas. "Todo mundo tem de estar envolvido.", diz Ferreira. Segunda maior mineradora do mundo, a Vale está em 33 países e tem 212 000 funcionários, entre contratados e terceirizados. Veja o que a empresa fez para melhorar a segurança.

Clique na imagem abaixo para ler a matéria completa.

Fechar
Inovação e Tecnologia

Radar na rede

Valor Econômico - 30/1/2014


A Vale lança hoje um índice na internet que acompanha em tempo real como anda a popularidade de um conjunto de 12 valores, que incluem respeito, equilíbrio, transparência e solidariedade. "A ideia é estimular diálogo, a aprocimação com a empresa", conta Mônica Ferreira, gerente de relacionamento com a imprensa e mídias digitais da mineradora. Mais especificamente, a ferramenta vai convidar os seguidores da empresa na rede a refletir sobre conceitos embutidos em seu guarda-chuva de sustentabilidade. Para uma empresa que não "chega" ao consumidor final, a Vale tem um contingente expressivo de 550 mil seguidores, somando Facebook, Twitter, LinkedIn, conta Mônica. O Índice de Novos Valores (INV), que roda 24 horas, é um termômetro diário em 7 idiomas e 13 países sobre o que é importante para seus públicos digitais. A ideia é que as pessoas procurem saber se os temas que as mobilizam também têm popularidade em outros lugares e permitir que elas multipliquem suas percepções. "As pessoas gostam de interação e essa é uma forma de aproximá-los dos valores que a empresa pratica", diz Mônica.

Clique na imagem abaixo para ler a matéria completa.

Resultados 71-80 de 7304  «   ... 7 | 8 | 9 | 10 | ... 731  » 

Busca avançada