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1/3/2013 Vale leva funcionários para conhecer o MAR
O Globo -
28/2/2013 Vale solicitou seguro por defeito em equipamento em Onça Puma, diz Ferreira
Agência Estado -
28/2/2013 Vale: Recuperação da produção de aço deve melhorar preço de 'realização' do minério da empresa
Valor PRO -
28/2/2013 Martins/Vale: Tendência é parcela de vendas à vista do minério de ferro crescer
Agência Estado -
28/2/2013 Vale: "Não faz sentido ter participação especial em novo código mineral"
Agência CMA -
28/2/2013 Siani/Vale: receitas adicionais vão contribuir para reverter queda do caixa
Agência Estado -
28/2/2013 Murilo Ferreira: "Estamos mudando de patamar na produção de minério"
Agência Estado -
28/2/2013 A super jazida
Mineração & Sustentabilidade -
28/2/2013 Vale forma seiscentos aprendizes em 2013
Zambeze (Moçambique) -
28/2/2013 Cais das artes
Folha de São Paulo

Corporativo
Vale solicitou seguro por defeito em equipamento em Onça Puma, diz Ferreira
Agência Estado - 28/2/2013 11:20:00Mônica Ciarelli e Mariana Durão
Em teleconferência com analistas, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, revelou que a companhia já acionou o seguro para obter o ressarcimento com a paralisação das atividades no projeto de níquel Onça Puma, no Pará. A parada se deu por conta de defeitos em dois altos fornos, o que obrigou a companhia a reconstruir os equipamentos ao custo estimado de US$ 188 milhões.
A retomada das operações está prevista para o quarto trimestre de 2013. No evento, o diretor executivo de Finanças, Luciano Siani, adiantou que os valores referentes ao seguro são elevados, mas não quis revelar a cifra. Para Ferreira, a companhia entende que foi prejudicada pelas falhas nos equipamentos.
Sobre o projeto de níquel e cobalto de Nova Caledônia, a Vale informou que deve atingir 40% a 50% de utilização da capacidade instalada este ano. Nos primeiros dois meses de 2013 o projeto já produziu 3,5 mil toneladas de níquel. A Vale aguarda o final do trimestre para fazer uma avaliação mais detalhadas do projeto.

Corporativo
Vale: Recuperação da produção de aço deve melhorar preço de 'realização' do minério da empresa
Valor PRO - 28/2/2013 11:15:00Rafael Rosas
O diretor-executivo de ferrosos e estratégia da Vale, José Carlos Martins, afirmou que a recuperação da produção siderúrgica mundial deve melhorar o preço de “realização” da empresa nas vendas de minério de ferro.
Martins explicou que a Vale tem uma diferenciação desfavorável na precificação em relação aos seus concorrentes australianos devido ao custo do frete para a Ásia, que responde por cerca de 70% das vendas de minério de ferro da companhia. Segundo ele, a estratégia de adotar centros de distribuição contribuiu para reduzir essa diferenciação, que chegou quase a zero em anos recentes.
Em 2012, segundo o executivo, a queda do preço do carvão metalúrgico e a maior capacidade ociosa dos altos fornos das siderúrgicas mundiais contribuíram para aumentar novamente essa diferença em favor dos australianos.
“O minério da Vale reduz uso do carvão para ferro gusa. Clientes pagavam mais porque gastavam menos com carvão [ao usar o minério da Vale]”, disse Ferreira, acrescentando ainda que a diferença na precificação também favore ce a Vale em situações em que os altos fornos trabalham em maior ritmo de utilização.
“A expectativa é que, com a recuperação da produção siderúrgica, haja também a recuperação dos preços de realização", disse Martins, que participa de teleconferência com analistas.
O executivo também afirmou que o sistema de precificação do minério da Vale sofreu mudanças nos anos recentes, como a passagem do “benchmark” para precificações baseadas na cotação diária no spot chinês ou em valores trimestrais. Martins explicou que atualmente 55% das vendas da Vale têm como base alguma precificação diária.
“A precificação caminha cada vez mais para ser diária”, disse Martins.

Corporativo
Martins/Vale: Tendência é parcela de vendas à vista do minério de ferro crescer
Agência Estado - 28/2/2013 10:57:00Mônica Ciarelli e Mariana Durão
O diretor executivo de Ferrosos e Estratégia da Vale, José Carlos Martins, acredita que a tendência é a parcela das vendas à vista do minério de ferro crescer. Hoje, 55% das vendas da companhia brasileira são precificadas com base no mercado à vista chinês. O restante, segundo o executivo, está indexado, no máximo, a reajustes trimestrais.
Para Martins, a precificação diária do minério deve continuar por conta da atual volatilidade do mercado. Em teleconferência com analistas, o diretor destacou que o principal objetivo da Vale hoje é garantir um prêmio pela qualidade do minério de ferro da companhia e, com isso, compensar os gastos com frete em relação às concorrentes australianas, geograficamente mais próximas da China, maior mercado consumidor de minério.
Atualmente, essa diferença de frete entre a Vale e as concorrentes australianas está em cerca de US$ 10. A expectativa de Martins é que com a recuperação da indústria siderúrgica e do preço do carvão esperada para este ano, a Vale volte a conseguir obter um diferencial de qualidade que compense os custos mais elevados de frete.

Corporativo
Vale: "Não faz sentido ter participação especial em novo código mineral"
Agência CMA - 28/2/2013 10:57:00As discussões em torno do novo código de mineração e a possibilidade de que a cobrança de participação especial possa ser incluída na nova legislação do setor não faria sentido, segundo avaliação de Murilo Ferreira, presidente da Vale, há pouco, durante teleconferência com analistas e investidores.
"Não faz sentido ter participação especial ligada ao novo código mineral. Para mim, essa discussão que está havendo mostra claramente a diferença entre a indústria de petróleo e a mineral", aponta Ferreira.
Segundo o presidente da Vale, esse cálculo de participação especial instituído ao setor de petróleo em 1999 se caracteriza como uma compensação financeira extraordinária qualificada quase como um royalty. Ferreira também destaca as diferenças entre o setor como o mercado de petróleo cativo e focado no mercado doméstico, enquanto de mineração concorre no mercado externo com players mais agressivos. O setor de petróleo também receberia incentivos como o Repetro, enquanto mineração não teria esse tipo de ferramenta. "A mineração ainda investe muito em infraestrutura, em ferrovias e portos que atendem outros interesses além dos das companhias, com valores superiores aos investimentos na própria mineração", apontou Ferreira.

Corporativo
Siani/Vale: receitas adicionais vão contribuir para reverter queda do caixa
Agência Estado - 28/2/2013 10:57:00O diretor executivo de Finanças da Vale, Luciano Siani, afirmou que o decréscimo na posição de caixa da companhia em 2012 deverá ser revertido com a ajuda de fatores como a operação com ouro, faturamento de receitas contabilizadas no quarto trimestre de 2012 em função dos ajustes de preço e o desempenho do minério acima do esperado no início do ano. Esses pontos, disse, vão contribuir para reverter a queda no caixa e ajudar a retomar a dívida líquida para patamares "com que a empresa gostaria de trabalhar".
Sobre a alta das despesas operacionais - de US$ 2,8 bi em 2011 para US$ 3,6 bi em 2012 - Siani afirmou que houve alta em despesas pré-operacionais e de paradas ligadas ao rump up das minas de Nova Caledônia e Salobo. Esse quadro deve mudar com o aumento da produção nesses projetos e de receitas para compensar custos. "Estamos confiantes de que há oportunidades de centenas de milhares de dólares", disse Siani.

Corporativo
Murilo Ferreira: "Estamos mudando de patamar na produção de minério"
Agência Estado - 28/2/2013 10:22:00Mônica Ciarelli e Mariana Durão
O presidente da Vale, Murilo Ferreira, afirmou em teleconferência a analistas estar confiante que a Vale está virando uma página no volume de produção de minério de ferro. O executivo destacou que de 2006 a 2012 a mineradora produziu praticamente o mesmo volume, mas que agora haverá uma mudança de patamar com projetos como o S11D (Serra Sul) e Itabiritos.
Ferreira citou que o projeto Nova Caledônia tem se tornado cada vez mais viável e que a Vale está fazendo avaliações de custo para chegar a uma avaliação mais transparente. Sobre o projeto de carvão de Moatize, Ferreira destacou que ainda há "grandes restrições" pela utilização da linha do Sena, no Porto de Beira. "Apesar do esforço a ferrovia tem tido desempenho abaixo do esperado. Por isso é cada vez mais necessária a construção do corredor Nacala", disse Ferreira, lembrando que isso está previsto para 2014.
O executivo voltou a lembrar que o projeto de potássio Rio Colorado, em Mendoza, Argentina, será rediscutido pelo conselho da Vale no dia 11 de março. "Fomos forçados a levar Rio Colorado em slowdown como anunciamos no Vale Day. Pretendemos apresentar uma discussão mais ampla em 11 de março", disse.

Mineração
A super jazida
Mineração & Sustentabilidade - 28/2/2013Márcio Antunes
Projeto S11D da Vale, o maior da história da mineradora, tem previsão de iniciar suas operações em 2016
O Pará caminha para conquistar o posto de maior produtor de ferro do mundo. A Vale pretende iniciar até 2016 a exploração em uma das maiores jazidas de minério do mundo, que contará ainda com uma usina e logística de escoamento até o Terminal Portuário de Ponta Madeira, no Maranhão. O empreendimento, chamado S11D, animou o mercado nacional e mexerá com a realidade da pequena Canaã dos Carajás, no Sudeste do Pará, onde estão localizadas as reservas. De acordo com a mineradora, o projeto representará o maior investimento provado no país na década, US$ 19,49 bilhões, sendo que US$ 8,04 bilhões serão gastos com a instalação da mina e da usina e US$ 11,45 bilhões em infraestrutura logística.
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Investimento social
Vale forma seiscentos aprendizes em 2013
Zambeze (Moçambique) - 28/2/2013
A Vale em Moçambique vai formar, ao longo deste ano, 600 aprendizes nas áreas de operação e manutenção portuária, de equipamento de minas e de operação de locomotivas, no âmbito do programa de formação e capacitação técnico-profissional para novos empregos.
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Cultura
Cais das artes
Folha de São Paulo - 28/2/2013Fabio Cypriano e marco Aurélio Canônico
Voltado para formação de pessoas e de acervo, Museu de Arte do Rio será aberto amanhã
Um museu voltado à formação, tanto de pessoas quanto de um acervo público de obras de arte. Essa é a missão a que se propõe o Museu de Arte do Rio (MAR), que abre as portas amanhã, aniversário da cidade, em evento para convidados, incluindo a Dilma Rousseff.
(...)
Do custo total, R$ 14 milhões vieram por meio do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac); o museu tem a Vale e as Organizações Globo como patrocinadoras.
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